Aquilo que dos dias escapa,
as minhas palavras encontram.
domingo, 31 de julho de 2011
Vinte e seis de julho
Hoje o dia acordou com gosto do tempero antigo
embalado pela noite que nos deu abrigo
É tão ruim esquecer do tempo, e é tão bom deixar levar
Se o agora não tem hora de partida
O que resta dessa vida
se não for esperar?
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