Aquilo que dos dias escapa,
as minhas palavras encontram.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Vinte e sete de junho
Pedra que bate na água,
que bate no sal,
que bate no sol
Sonho que bate na alma
que bate no peito
que bate em nós
Nós que cantamos ao vento
corremos no tempo
brincamos de estarmos sós.
Nós que voamos ao longe
batemos no céu
sob nossos lençóis.
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