Aquilo que dos dias escapa,
as minhas palavras encontram.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Dois de abril
Deixa eu repousar meu olhos sobre o seu mar de silêncio
dentro da tua boca gritar sobre a vida,
num sopro te calar, te amar
te ser como um pássaro que voa e volta até mim.
Segredos são guardados,
alguns amores do passado
não têm fim.
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