quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cinco de julho

Cantei tua voz calada, que estática estava
ao me olhar crescer
te vi, tão bela, por entre as cortinas
fiz-te rimas para me esquecer.
E hoje sei que, por meus pecados,
virei-te escravo deste ingrato prazer
que é te amar em sonhos contidos
te jurar amor de amigo
para não te perder.

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