domingo, 10 de abril de 2011

Dez de abril

Está tudo bem se eu já não vejo o mar
Se as ondas não batem mais nos meus pés
rezei, senti, que de fato não és
mais para mim.
E onde desata o nó das ondas
que surgem todas aglutinadas,
fruto das marés?
Os dias, saiba,
são como um grande oceano de sentidos
mas tão rasos quanto poças de água da chuva.
Demorei até notar que aqui dentro
não importa a velocidade do vento,
Nada muda.


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